O óbvio. De tão óbvio tantas vezes é esquecido. Todas elas, as que objectivamente são determinantes e, as outras, que (ainda)não são, mas poderão vir a ser. It's all about PROFESSIONAL relationships. ;)
segunda-feira, 30 de abril de 2012
Pobres e mal agradecidos!
Jesus Cristo, cansado do tédio do Paraíso, resolveu voltar à terra
para fazer o bem. Procurou o melhor lugar para descer e optou pelo
Hospital de S. Francisco Xavier, onde viu um médico a trabalhar há
muitas horas e a morrer
de cansaço.
Para não atrair as atenções, decidiu ir vestido de médico. Jesus Cristo
entrou de bata, passando pela fila de pacientes no corredor, até atingir o
gabinete do médico. Os pacientes viram e comentaram:
- Olha, vai mudar o turno...
Jesus Cristo entrou na sala e disse ao médico que podia sair, dado que
ele mesmo iria assegurar o serviço. E, decidido, gritou:
- O PRÓXIMO!
Entrou no gabinete um homem paraplégico que se deslocava numa cadeira de rodas.
Jesus Cristo levantou-se, olhou bem para o homem, e com a palma da mão
direita sobre a sua cabeça disse:
- LEVANTA-TE E ANDA!
O homem levantou-se, andou e saiu do gabinete empurrando a cadeira de rodas.
Quando chegou ao corredor, o próximo da fila perguntou:
- Que tal é o médico novo?
Ele respondeu:
- Igualzinho aos outros... nem exames, nem análises, nem medicamentos...
Nada! Só querem é despachar...
domingo, 29 de abril de 2012
sábado, 28 de abril de 2012
sexta-feira, 27 de abril de 2012
quinta-feira, 26 de abril de 2012
segunda-feira, 23 de abril de 2012
domingo, 22 de abril de 2012
quarta-feira, 18 de abril de 2012
terça-feira, 17 de abril de 2012
segunda-feira, 16 de abril de 2012
domingo, 15 de abril de 2012
sábado, 14 de abril de 2012
Is Change Stressing Out Your Workforce?
Is Change Stressing Out Your Workforce? | ehotelier.com News Archives
sexta-feira, 13 de abril de 2012
quinta-feira, 12 de abril de 2012
quarta-feira, 11 de abril de 2012
terça-feira, 10 de abril de 2012
segunda-feira, 9 de abril de 2012
domingo, 8 de abril de 2012
sábado, 7 de abril de 2012
sexta-feira, 6 de abril de 2012
quinta-feira, 5 de abril de 2012
Eu sou sincero: não aprecio sinceridade
Talvez o leitor já tenha reparado num flagelo que assola a sociedade portuguesa. É o flagelo da sinceridade. Há um número alarmante de pessoas para quem a sinceridade é um atributo estimável. Tanto que, ao que tenho testemunhado com cada vez maior frequência, anunciam a despropósito e sem pudor a sua própria sinceridade, normalmente antes de uma observação desagradável. Funciona assim: "Eu sou sincero: essa camisa fica-lhe mal." Como é evidente, o proprietário da camisa fica duplamente amesquinhado: não só está mal vestido como se encontra junto de uma pessoa sincera. Os nossos defeitos parecem ainda piores quando estamos na presença de alguém que é tão obviamente virtuoso. As pessoas com quem me dou sabem bem o que é carregar esse fardo.
É interessante reparar no modo como o autor deste tipo de frase é, em geral, atormentado pela sua própria nobreza de caráter. Outras pessoas teriam a desonestidade de elogiar aquela camisa, ou fariam um silêncio igualmente condenável. O sincero não pode, uma vez que é sincero. Não é desagradável, nem impertinente, nem descortês. É sincero. No fundo, o que está a dizer é: "Não há nada a fazer. Eu bem me esforço para não ser tão moralmente irrepreensível, mas não consigo. É a mais elevada dignidade que me obriga a dizer-te que tens mau gosto."
No entanto, tenho dificuldade em entender que ser sincero seja uma qualidade. Dizer o que se pensa não tem nada de admirável. Penso eu. É fácil (e todos sabemos que o caminho para a virtude é intrincado), revela sobranceria (que têm as minhas opiniões de tão especial para que eu me sinta no dever de as comunicar aos outros?), e é muitas vezes desagradável (os meus pensamentos são, na esmagadora maioria das vezes, de uma inconveniência assinalável). Creio, aliás, que a vida em sociedade se baseia precisamente na nossa maravilhosa capacidade de não revelar o que pensamos. Sim, eu acho que determinada senhora é gorda, mas não lho vou dizer sobretudo se ela mo perguntar. Claro que o odor corporal de certo indivíduo é desagradável, mas ninguém me convence que eu serei uma pessoa melhor se lhe disser: "Eu sou sincero: o senhor cheira a táxi."
O problema, creio, é que a nossa sociedade está erradamente convencida de que a autenticidade é um valor que se deve prezar. "Sê tu mesmo", ouvimos a toda a hora. "Tu deves ser igual a si próprio", dizem-nos também. São, como é óbvio, maus conselhos. Vamos tentar ser um pouco melhores que isso, digo eu. Só se eu fosse parvo é que seria igual a mim próprio. Trata-se de um caminho que não me levaria a lado nenhum. Por que razão devo ser eu mesmo se, com algum empenho, posso tentar ser uma pessoa decente? Não me choca que Shakespeare e Bach tenham passado pela vida a tentar ser eles mesmos, mas é melhor para o mundo que eu e, por exemplo, Charles Manson, tentemos ser diferentes de nós próprios.
Eu sou sincero: vou continuar a ser dissimulado.
Ricardo Araújo Pereira
Ricardo Araújo Pereira
terça-feira, 3 de abril de 2012
O Rei e o Sábio
Um rei sonhou que havia perdido todos
os dentes.
Logo que despertou, mandou chamar um
sábio adivinho para interpretar o sonho.
- Que desgraça, senhor! – exclamou o
sábio. – Cada dente caído representa a perda de um parente de Vossa Majestade.
Enfurecido, o rei chamou os guardas e
ordenou que aplicassem cem chicotadas ao homem. Mandou, depois, que lhe
trouxessem outro sábio adivinho e contou-lhe o sonho. O novo adivinho disse ao
rei:
- Grande felicidade vos está
reservada, Alteza. O sonho significa que havereis de sobreviver a todos os
vossos parentes.
A fisionomia do rei iluminou-se
imediatamente num sorriso e mandou dar cem moedas de ouro ao adivinho. Quando o
homem saiu do palácio, um dos cortesãos disse-lhe, admirado:
- Não é possível! A interpretação que
fez foi a mesma do seu colega. Não entendo porque ao primeiro ele pagou com cem
chicotadas e a si com cem moedas de ouro.
- Lembre-se, meu amigo – reagiu o adivinho
– tudo depende da maneira como se diz…
segunda-feira, 2 de abril de 2012
domingo, 1 de abril de 2012
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